Embrioquímica
Pré-Natal
O pré-natal é o acompanhamento médico que toda gestante deve ter, a fim de manter a integridade das condições de saúde da mãe e do bebê. Durante toda a gravidez são realizados exames laboratoriais que visam identificar e tratar doenças que podem trazer prejuízos à saúde da mãe ou da criança.
É importante que as futuras mamães comecem a fazer seu pré-natal assim que tiverem a gravidez confirmada ou antes de completarem três meses de gestação. Alguns exames feitos durante o pré-natal são importantes para detectar problemas, como doenças que possam afetar a criança ou o seu desenvolvimento no útero. Geralmente os médicos pedem os seguintes exames:
* Glicemia, para avaliar se há presença de diabetes;
* Grupo sanguíneo e fator Rh. Esse exame é muito importante, pois detecta a incompatibilidade sanguínea entre mãe e bebê, que pode levar à morte do feto;
* Anti-HIV, para identificar se há a presença do vírus da AIDS no sangue da mãe. Se a mãe for soropositiva, o médico prescreverá alguns medicamentos que reduzirão as chances de a doença ser transmitida para o bebê* Exame para detectar a sífilis, doença que pode causar malformações no bebê;
* Exame para detectar a toxoplasmose, pois essa doença pode ser transmitida ao feto, causando malformações;
* Exame para detectar a rubéola, doença que pode levar ao aborto, além de causar malformações no bebê;
* Exame para detectar a presença do vírus da hepatite B. Caso a mãe tenha o vírus da doença, algumas medidas podem reduzir as chances de transmissão do vírus para o bebê;
* Exame de urina e urocultura, para identificar se a mãe possui infecção urinária, que pode levar a um parto prematuro, além de poder evoluir para uma infecção mais grave;
*Ultrassonografias. As ultrassonografias são utilizadas para a identificação da idade gestacional e malformações no bebê.
O Ministério da Saúde salienta a importância do pré-natal e incentiva todas as mães a buscarem o atendimento gratuito no Sistema Único de Saúde (SUS). Atendimento – O Ministério da Saúde lançou a Política de Humanização do Pré-Natal e Nascimento, em que se busca garantir o acesso e a qualidade do acompanhamento pré-natal, com humanização. Todas as Unidades Básicas de Saúde do SUS devem oferecer atendimento adequado com uma assistência médica freqüente. Também estão inclusos na política do Governo Federal a realização gratuita de exames laboratoriais e o fornecimento de medicamentos, vacinas e outros tratamentos necessários, como por exemplo, o odontológico.

Além da tradicional abordagem fisiológica da gestante e do feto, é essencial que o pré-natal amplie seu foco, garantindo acolhimento à futura mãe, repleta de dúvidas, possíveis medos e ansiedade. Por isso, recomenda-se que o pai da criança acompanhe as consultas. Além de ajudar a mãe a sentir-se mais segura e protegida, ele começa a estabelecer um maior vínculo com o filho, trazendo benefícios não só à gestante e a ele mesmo, mas especialmente, ao bebê. A questão do acolhimento é um dos eixos e diretrizes da Política Nacional de Humanização e de Atenção Obstétrica e Neonatal do Ministério da Saúde do Brasil.
ResponderExcluirFonte: http://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pré-natal
Um teste importante dentre os exames pré-natais é o teste de O'Sullivan, que deve ser realizado entre a 24 e 28 semanas de gestação e busca descartar a possibilidade de diabetes gestacional. Caso haja alguma alteração nesse exame, outro exame mais completo é recomendado: o teste de tolerância oral à glicose (TOTG), que consiste na administração de 75g de glicose e realização de medidas sucessivas de 30 em 30 minutos até as 2 horas. A curva glicêmica obtida permite avaliar como está a tolerância do organismo da paciente à glicose, e determinar se ela tem ou não diabetes gestacional. Essa condição pode ser muito prejudicial para o bebê, tendo em vista que no ambiente intra-uterino ele fica submetido a altas doses de glicose se a mãe for diabética. Isso induz, pelo próprio fígado do bebê, uma produção exagerada de insulina. No momento do parto, ao ter sua circulação separada da mãe, seus níveis de insulina permanecem muito altos, mas não há mais o sangue hiperglicêmico da mãe. Isso provoca, então, uma hipoglicemia que, em alguns casos, pode levar até mesmo a convulsão e morte.
ResponderExcluirFonte: http://www.spom.pt/Morte_Fetal_Tardia.pdf
A hepatite B, como foi mostrado na postagem, possui uma transmissão vertical, isto é, pode ser transmitida pelo contato sanguíneo entre a mãe e o bebê durante o parto. Se ocorrer essa transmissão, o vírus causará danos ao fígado e pode desenvolver casos crônicos de hepatite e cirrose. Para evitar essa contaminação, o exame pré-natal é essencial, pois a partir dele pode-se diagnosticas a hepatite na mãe e tomar as devidas providências para a proteção do bebê. Entre essas providências pode-se destacar o uso da vacina durante a gravidez e a injeção de imunoglobulinas.
ResponderExcluirFonte: http://www.tuasaude.com/hepatite-b-na-gravidez/
Gestantes devem tomar cuidado redobrado para não pegar rubéola, como foi citada na postagem. Durante os três primeiros meses de gravidez, a rubéola pode ser transmitida para o feto e causar complicações como malformação congênita como alterações oculares e cardíacas. Em alguns casos, pode provocar aborto. Em virtude disso, faz-se de extrema importância realizar o pré-natal.
ResponderExcluirConsidera-se gestação de baixo risco as que apresentam evidências de ter as condições ideais para garantir o bem-estar da mãe e do feto e nenhum fundo patológico ou epidemiológico para aumentar a probabilidade de que estes desenvolvam uma doença.
ResponderExcluirAs gestações de alto risco são divididas em três tipos:
Tipo I: A grávida está com boa saúde, mas tem um ou mais fatores epidemiológicos, como o analfabetismo, o desemprego, a pobreza extrema, a família, o tabagismo e/ou álcool, gravidez indesejada risco, etc.
Tipo II: A grávida está com boa saúde, mas tem histórico de uma ou mais doenças ginecológicas ou obstétricas como baixo peso ao nascer, a incompatibilidade de Rh, pré-eclâmpsia ou eclâmpsia ou uma cesariana anterior, entre outros.
Tipo III: A gravidez ocorre em mulheres com doenças subjacentes, como diabetes, placenta prévia, pré-eclâmpsia ou eclâmpsia, HIV, etc.
Fonte: http://es.wikipedia.org/wiki/Atenci%C3%B3n_prenatal
O pré-natal deve começar assim que a mulher descobre que está grávida. No Brasil, a partir desse momento, o Ministério da Saúde recomenda que sejam realizadas no mínimo seis consultas (uma no primeiro trimestre da gravidez, duas no segundo e três no terceiro), Sendo ideal é que a primeira consulta aconteça no primeiro trimestre e que, até a 34ª semana, sejam realizadas consultas mensais. Entre a 34ª e 38ª semanas, o indicado seria uma consulta a cada duas semanas e, a partir da 38ª semana, consultas toda semana até o parto, que geralmente acontece na 40ª semana, mas pode durar até 42 semanas. O atendimento proporcionado nessas consultas deve ser registrado e monitorado no Cartão da Gestante, pelos profissonais envolvidos, utilizado nas unidades básicas de Saúde do País e também pelos profissionais que a atenderão no parto. Por meio desse monitoramento, é possível fazer o acompanhamento, o diagnóstico e o tratamento de doenças pré-existentes ou das que podem surgir durante a gravidez.
ResponderExcluirhttp://pt.m.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%A9-natal
Tem-se observado tendência mundial no recrudescimento da sífilis (SF) entre a população em geral e, de forma particular dos casos de sífilis congênita (SC), tornando-a um dos mais desafiadores problemas de sede pública deste início de milênio. De acordo com informes da Organização Mundial de Sa ̇de, nos países subdesenvolvidos, em torno de 10 a 15% das gestantes seriam portadoras de SF. Entre os fatores de risco que contribuem para que a prevalência de SC se mantenha estão o baixo nível socioeconômico, a baixa escolaridade, promiscuidade sexual e, sobretudo, a falta de adequada assistência pré-natal.
ResponderExcluirAtravés dos exames realizados no pré natal é que a mulher pode cuidar de sua saúde e do bem-estar do bebê, evitando diversas doenças e complicações que podem trazer inclusive o parto prematuro e o aborto. Os cuidados pré-natais têm também um aspecto muito importante, que é o de orientar a futura mãe sobre o que esperar e como agir durante a gestação.
ResponderExcluirMuitas mulheres acham que os ultrassons são obrigatórios em todas as consultas pré-natais, mas não necessariamente. Não há nada de errado em realizá-lo em todas as semanas, principalmente se o especialista tiver o aparelho em seu consultório, mas há quatro que o ultrassom não podem faltar:
- Logo no começo do pré-natal é importante um ultrassom que avalie onde está ocorrendo essa gestação, se ela realmente está dentro do útero; qual a idade gestacional do feto, para que possa se calcular o desenvolvimento; e se há mais de um bebê;
- Entre as semanas 11 e 14 é feito um ultrassom morfológico, que avalia como está o desenvolvimento da criança e se a formação está bem, como o desenvolvimento dos membros, coração, sistema nervoso, entre outros;
- Entre as semanas 20 e 24 é preciso avaliar a morfologia do bebê novamente, verificando rins, coração, pulmões, sistema nervoso e outros órgãos, além dos membros, ver se tudo se desenvolveu da forma correta ou se há má formação;
- Por volta da 32ª semana um ultrassom é feito para conferir se está tudo certo para o parto, se o bebê está na posição correta, por exemplo, e se ele cresceu nem nesse período.
Fonte: http://www.minhavida.com.br/familia/galerias/1326-pre-natal-conheca-os-exames-e-quando-faze-los