Embrioquimica
Síndrome de Down
A síndrome de Down é uma mutação biológica bastante comum que atinge pessoas independente de sua classe social, cor ou religião. No Brasil, são mais de 300 mil casos registrados. Ao analisarmos o resto do mundo, estima-se que a cada 750 nascimentos, 1 bebê tenha a Síndrome de Down. Esses números demonstram que é uma condição não tão rara de acontecer.
Além de todas as dificuldades impostas pela própria síndrome, um portador de Down sofre muito com o preconceito. Muitos afirmam que Down é uma doença, entretanto, não é verdade. Down é apenas uma condição genética, sendo assim, não pode ser transmitida de pessoa para pessoa pelo contato físico ou outro tipo de interação, a não ser pela hereditariedade.
O que é a Síndrome?
A trissomia 21, a chamada síndrome de Down, é uma condição cromossômica causada por um cromossomo extra no par 21. Crianças e jovens portadores da síndrome têm características físicas semelhantes e estão sujeitos a algumas doenças. Embora apresentem deficiências intelectuais e de aprendizado, são pessoas com personalidade única, que estabelecem boa comunicação e também são sensíveis e interessantes. Quase sempre o “grau” de acometimento dos sintomas é inversamente proporcional ao estímulo dado a essas crianças durante a infância.
Normalmente, os humanos apresentam em suas células 46 cromossomos, que vem em 23 pares. Crianças portadoras da síndrome de Down têm 47 cromossomos, pois têm três cópias do cromossomo 21, ao invés de duas. O que esta cópia extra de cromossomo provocará no organismo varia de acordo com a extensão dessa cópia, da genética familiar da criança, além de fatores ambientais e outras probabilidades.
A síndrome de Down pode ocorrer em todas as raças humanas e efeitos semelhantes já foram encontrados em outras espécies de mamíferos, como chimpanzés e ratos.
Causas
A trissomia 21 é um acidente genético que ocorre no momento da concepção em 95% dos casos. Com o avanço da idade materna existe uma maior probabilidade de gestar um bebê com alterações cromossômicas como a Síndrome de Down, principalmente acima dos 35 anos de idade. Isso acontece pois os folículos que darão origem aos óvulos da mulher já nasce com elas, e células mais velhas tem maiores chances de terem erros durante seu processo de divisão, o que pode causar a presença de um cromossomo a mais ou a menos nos óvulos.
Uma grávida de 30 anos tem 1 em 1.000 chance de ter um bebê Down. Aos 35 anos, as chances são de 1 em 400. Aos 40, 1 em 100, e aos 45 as chances são de 1 em 30. No entanto, mulheres com menos de 35 anos também podem gestar uma criança com síndrome de Down.
Devemos, portanto, abrir nossas mentes para essa causa. No Brasil, pouco foi avançado sobre esse assunto tão relevante e que já acomete uma parcela significativa da população. Muito temos que evoluir no âmbito da saúde, porém, a maior evolução será se acabarmos com o preconceito aos portadores dessa síndrome.
Esse é fim do blog Embrioquímica. Espero ter contribuído com seus conhecimentos. Quer aprender mais? Sabe o que significa Acetilcoenzima A? Acesse: acetilmetabolismo.blogspot.com e divirta-se!
fontes
http://www.minhavida.com.br/saude/temas/sindrome-de-down





